Por certo, há o direito de livre contratação, mas ao profissional, seja ele qual for, deve se manter nos limites da boa-fé objetiva art. 422CC. Sem pretender defender tais espertalhões (pra não dizer ladrões), o INSS, é o maior vilão da história, cuja miséria condiciona milhões de brasileiros que necessitam - e é o caso das pessoas na reportagem - dos quais possuem o direito e a autarquia lhes nega ou por pura burocracia, ou por determinação do governo cuja política é negar o beneficio, ou seja, "se entende que tem direito reclame ao judiciário". Mas o mais engraçado é que o cidadão não tem outra opção. Enfrentar o judiciário sem representação de advogado (juizado especial) ele não teria a mínima chance. A possibilidade dele ajuizar ação sem essa representação não significa acesso a justiça, para que isso exista necessário mais defensores públicos. quem nunca ouviu do cliente que sem acesso à justiça (ausência de defensoria pública), procurou o MP e o mesmo lhe disse, grosseiramente, procure um advogado. Não sou partidário nem da forma como agem certos advogados, nem da forma como a mídia sensacionalista veicula certas matérias, mas é fato que sem ela muitos escândalos e muita podridão ficariam encobertos. Portanto, não sejamos hipócritas, a área previdenciária remunera muito o profissional. Enquanto o INSS insiste em negar o beneficio mesmo quando o cidadão tem direito, o advogado tem trabalho. também não sejamos ingênuos, infelizmente há corrupção em todas as mazelas da sociedade e é papel do homem de bem expor e fazer de tudo o que estiver a seu alcance para erradicá-la.